O Supremo transformou o julgamento de Jair Bolsonaro em circo. Não é justiça, é espetáculo. Moraes manda a PF acampar na porta da casa de um ex-presidente sem base legal, sem fato novo, sem crime em andamento. É a Constituição sendo rasgada em praça pública.
A desculpa esfarrapada do “risco de fuga” é lorota para inglês ver. Bolsonaro nunca fugiu de nada. Mora no mesmo endereço, com a esposa e a filha menor. Transformar o quintal de sua casa em quartel é abuso, é perseguição com a farda da lei.
A Constituição é clara: o domicílio é inviolável. Só se entra em flagrante, desastre ou socorro. E, mesmo com ordem judicial, só de dia. Permanecer, vigiar, acampar dentro ou fora é ilegal. Ponto. Qualquer calouro de Direito sabe disso. O STF finge que não.
Esse ativismo judicial tem dono: é o projeto de humilhar Bolsonaro a qualquer custo. Não é sobre lei, é sobre política. A PGR virou carimbadora de pedidos, a PF obedece ordens políticas, e o Supremo age como partido.
O resultado é um processo manco, cheio de vícios, sem fundamentação. A decisão deveria ser nula de pleno direito. Mas quem anula Moraes? Quem ousa enfrentar o xerife?
O abuso é tão gritante que até a Constituição americana, referência mundial, daria gargalhadas diante desse arbítrio. Lá, até criminoso tem casa protegida. Aqui, nem um ex-presidente eleito por 58 milhões de brasileiros tem paz.
Transformaram o Direito em arma política. O recado é simples: se pode com Bolsonaro, pode com qualquer um. Hoje é ele, amanhã é você.
Essa é a ditadura de toga. E não adianta dourar a pílula. O Supremo age como dono do Brasil. Justiça, que é bom, desapareceu. Vamos assistir a condenação injusta de Bolsonaro.