O ex-chanceler chileno José Miguel Insulza, atual chefe da missão de observação eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) no Brasil, manifestou apoio público a Lula (PT) em novembro de 2019. Na ocasião, após a Justiça brasileira determinar a libertação do petista, Insulza publicou no X: “Lula livre! Grande notícia”.
Em 2026, a missão comandada por Insulza divulgou um relatório que apontou a presença de “ativismo político internacional” nas eleições brasileiras. O documento afirmou que a atuação chegou ao ponto de incluir insultos contra uma das candidaturas. A campanha de Lula, por sua vez, acusa o governo de Donald Trump de interferir no processo eleitoral em benefício de Flávio Bolsonaro (PL).
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também negou pedidos de duas organizações internacionais para acompanhar as eleições: a argentina Transparencia Electoral e o grupo espanhol Eurolat Global Democracy Forum. Segundo fontes da Justiça Eleitoral citadas na reportagem, o tribunal exige que missões de observação estejam vinculadas a instituições reconhecidas, como universidades e centros de pesquisa.
Com informações do Metrópoles