Segundo reportagem da revista Veja, a articulação envolveria o ministro Alexandre Padilha, o assessor Olavo Noleto e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Em relato atribuído a uma proposta de delação premiada, Vorcaro afirmou que a aproximação com os dirigentes dos fundos previa pagamentos de propina de 10% sobre os valores captados. As mensagens também indicariam um pagamento de R$ 500 mil a Júlio Cezar em abril de 2024, quando o Banco Master foi incluído na lista de instituições autorizadas a operar com fundos de previdência.
Apesar das articulações, Vorcaro não conseguiu concluir os investimentos pretendidos nos fundos federais. Após meses de tentativas frustradas, o banqueiro decidiu encerrar a relação com o consultor em 2025. Padilha, Olavo Noleto, Augusto Lima e o presidente Lula negaram envolvimento em negócios do Banco Master no governo e contestaram as acusações atribuídas ao banqueiro.
Com informações da Veja