Entre os pontos que a empresa deverá esclarecer estão a desativação da conta de anúncios de Lula em 23 de setembro, possíveis falhas na contagem de visualizações e a eventual atuação de perfis automatizados que promoviam Flávio e atacavam o presidente. O ministro também solicitou informações sobre a moderação de conteúdo desde o início da campanha e determinou a preservação dos registros relacionados a anúncios e métricas.
A campanha de Lula afirma que o perfil do presidente ficou impedido de impulsionar publicações no Instagram entre 9 de outubro e a manhã deste sábado (10). A Meta negou irregularidades e declarou que os problemas técnicos não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas. A empresa também afirmou que cumpre as normas eleitorais e mantém o compromisso com a isonomia entre os usuários.
Com informações do O Antagonista