A empresa detalhou episódios como a suspensão temporária da conta de anúncios de Lula, uma falha global na contagem de visualizações de vídeos e dificuldades para transformar publicações em anúncios. Segundo a Meta, a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) também relatou problemas técnicos. A companhia classificou a ação judicial movida pela coligação de Lula como uma “narrativa política” baseada na combinação de falhas sem relação entre si.
Na defesa apresentada à Justiça Eleitoral, a Meta afirmou que cerca de 70% das intervenções e restrições aplicadas às contas de Lula decorreram de decisões do próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A empresa também contestou as regras brasileiras para redes sociais, alegando que o aumento da responsabilidade sobre conteúdos publicados por terceiros pode levar a remoções indevidas.
Com informações do Poder 360