Ranking brasileiro, referente à taxa de investimentos dos estados, colocou o Rio Grande do Norte na última colocação nacional, registando um índice de apenas 3,1%.
Em contrapartida, o Piauí lidera o levantamento ao comprometer 17% do seu orçamento em investimentos, seguido pelo Espírito Santo (14,8%), Maranhão (14%), Pará (13,3%), Goiás (12,6%) e Paraíba (12,1%).
A discrepância evidencia que a fragilidade do indicador não decorre de limitações regionais do Nordeste. Para efeito de comparação regional, Alagoas regista 9%, o Ceará alcança 10,5% e o Piauí atinge 17%.
Estes dados, extraídos do Ranking de Competitividade dos Estados referente a 2026, refletem a severidade da situação fiscal norte-rio-grandense e a complexidade do desafio reservado a Cadu Xavier — agravado pela sua vinculação à atual gestão estadual.
Não obstante, o governador eleito já informou, via contacto telefónico, que comporá a sua própria equipa de governo que, embora aberta a indicações de parlamentares, lideranças políticas e da atual governadora, ostentará uma identidade própria e alinhada com as suas diretrizes.