A belíssima ex-vereadora Júlia Arruda vive uma angústia real em 2026. Em 2024 ficou de fora da Câmara Municipal de Natal por apenas nove votos. Nove votos que fizeram toda a diferença e que não teriam faltado se a máquina do governo estadual não tivesse sido colocada contra ela para favorecer Samanda Alves. Foi maldoso. Foi deliberado. E foi Fátima Bezerra, a coveira do RN, quem mandou fazer.
Agora, em 2026, Júlia depende do êxito de candidaturas alheias para voltar ao legislativo municipal. Tem três chances. Samanda Alves ao senado, que é bem difícil. Brisa Bracchi à federal, que é quase impossível. Daniel Valença, que seria o caminho mais factível dos três.
O problema é que existe a possibilidade real de nenhum dos três conseguir a vaga. E aí Júlia continuaria fora da câmara, vítima de um partido que a usou enquanto convinha e a descartou quando Samanda precisava de votos.
Nada prospera ao lado do PT para quem não é o escolhido da vez. Júlia Arruda aprendeu isso da pior forma. Com nove votos de diferença e a máquina do estado trabalhando contra ela.