Nas mensagens divulgadas, a suposta proposta envolveria de três a quatro publicações sobre pontos positivos das propostas de Lula ou temas que o diferenciem de Flávio Bolsonaro (PL). O PT do Amazonas negou ter oferecido, autorizado ou realizado pagamentos com essa finalidade e pediu que a acusação seja investigada. O coordenador da campanha de Lula no estado, Marcelo Ramos, também contestou o relato e chamou o influenciador de “vagabundo”.
Questionado pelo Diário do Poder, William Robson disse ter encaminhado o caso ao seu corpo jurídico. Ele afirmou que não acusou diretamente o PT do Amazonas e levantou a possibilidade de que um eventual contato tivesse sido feito por um intermediário. Até o momento, segundo as informações publicadas, o influenciador não apresentou publicamente a identidade do autor da proposta nem detalhes de uma eventual denúncia formal.
Com informações do Diário do Poder