O desembargador Magid Nauef Láuar, que foi afastado cautelarmente de suas funções no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), continuará recebendo seu salário normalmente. A punição foi determinada enquanto ele é investigado por acusações de violência sexual.
Segundo o tribunal, o pagamento integral é garantido pela própria Resolução nº 135, de 2011, do CNJ, que assegura subsídio total ao magistrado afastado cautelarmente até a conclusão da investigação. O desembargador também foi alvo da Polícia Federal (PF).
O TJMG informou ainda que, durante o afastamento, um juiz de primeira instância será convocado para substituir Láuar na relatoria dos processos e na atuação na 9ª Câmara Criminal, garantindo a continuidade dos julgamentos.