O PROCON Natal, dirigido pela competente Dina Perez, deveria ir para cima da Cosern Neoenergia para fiscalizar as taxas absurdas e também a falta de transparência nos extratos das usinas de energia solar.
A Cosern deixou de fornecer aos clientes essas informações, o que levanta sérias dúvidas e falta de transparência.
Consumidores que investiram em energia solar têm o direito de saber exatamente quanto produziram, quanto foi compensado e quanto está sendo cobrado.
Espero que Dina Perez vá para cima da Cosern e exija explicações claras da empresa.