O Brasil virou uma piada pronta.
Um país onde a lógica morreu e o absurdo virou regra.
Chamam Lula de “alma mais honesta”.
Tratam Haddad como “grande economista”.
Transformam Alexandre de Moraes em “herói da democracia”.
E elegem Erika Hilton “Mulher do Ano”.
É a inversão completa da realidade.
Aqui o fracasso vira virtude, o erro vira prêmio e a propaganda tenta substituir os fatos. Não é debate sério, é narrativa. Uma narrativa construída para transformar fiasco em virtude e incompetência em medalha.
O problema é que o Brasil deixou de ser um país que discute a realidade. Virou um lugar onde a fantasia política vale mais que os resultados.
Por isso muita gente olha para esse espetáculo e conclui o óbvio:
não estamos diante de uma democracia madura. Estamos dentro de um hospício. E os internos acham que são médicos.