O rombo identificado pela auditoria da gestão passada envolve cifras elevadas e assustadoras. Em breve, deve vir a público.
Enquanto isso, a operação da Unimed só piora, principalmente no atendimento. Ou seja: a crise é dupla.
Conveniente. Vira uma cortina de fumaça perfeita para a gestão atual empurrar a culpa para trás.
No fim, quem paga a conta é sempre o mesmo:
os cooperados, com o bolso;
os usuários, com atendimento cada vez pior.
O hospital, que é o mais estruturado de Natal, virou uma bomba-relógio.
Agora resta saber: qual será o posicionamento de quem esteve na gestão passada e continua na atual?