A governadora Fátima Bezerra (PT) poderia ter feito história (mais uma vez) na esquerda potiguar: ter anunciado que abriria mão da disputa pelo Senado Federal e que apoiaria a vereadora Thabatta Pimenta, do PSOL, para o cargo de senadora. Seria a primeira "senadora trans" do RN.
Mas Fátima preferiu a "braço-direito" Samanda Alves. E o motivo da escolha é muito simples: nada cresce ao lado do PT.
Se Natalia Bonavides será a campanha de votos da nominata petista para deputada federal, Thabatta tem potencial para ser a segunda colocada. Tem carisma e popularidade.
A própria Thabatta já havia se lançado como possível nome para substituir Fátima. "Se ela não topa, eu vou", disse algumas vezes nas redes sociais.
Ou seja, Thabatta tem todos os adjetivos, mas tem um contrário: é do PSOL.