O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, deu uma "reduzida" na Polícia Federal após a nota divulgada pela corporação com uma espécie de "carão" aos parlamentares da Comissão. Em coletiva antes da reunião desta quinta-feira (19), Viana disse que a CPMI não está "abaixo" da PF e que, apesar do respeito, a Polícia é apenas um "órgão auxiliar".
Na nota da PF, classificada como "infeliz" pelo senador Carlos Viana, foi afirmado que o material excluído pela equipe de investigação, foi depois baixado novamente e armazenado pela CPMI. Nesse material, havia imagens íntimas de Vorcaro, de sua ex-noiva e de parlamentares.
Na terça-feira (17), a PF foi novamente ao Senado Federal para retirar o material do sistema por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal) e formatou os computadores. Delegados ouvidos pela reportagem dizem que o material não era pertinente para a investigação. Durante a ação, a PF diz que constatou a reintrodução dos dados anteriormente excluídos.