Com números péssimos no balanço e uma gestão atrapalhada, mas com a vaidade batendo na lua, o presidente da Unimed, Márcio Rêgo, precisa encomendar uma daquelas “pesquisas” em que se escolhem os números para amaciar o ego inflado. Aí, com esses dados, faz uns informes publicitários e dorme mais tranquilo.
A Unimed Natal está seguindo por um caminho totalmente errado. Isso coloca em risco 200 mil vidas que confiam no plano de saúde e, principalmente, os cooperados, que são co-corresponsáveis financeiramente.
Mas, no fim, o que importa é o ego de Márcio. Tem que fazer aquelas pesquisas com mais de 80% de aprovação entre usuários e cooperados. Os dados secundários, no caso o balanço, não tem importância.