Com a aprovação do relatório final, a CPMI do INSS não encerra suas atividades, mas entra na fase de encaminhamentos judiciais e administrativos.
O acervo probatório, contendo mais de 2.000 requerimentos aprovados e quebras de sigilo, será compartilhado integralmente com o Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República.
O objetivo é instruir processos criminais contra os 211 indiciados, incluindo ex-ministros, ex-presidentes do INSS e parlamentares.
A Polícia Federal deve aprofundar as novas frentes de investigação sobre lavagem de dinheiro via criptoativos e conexões do esquema com facções criminosas.
Além disso, o Congresso Nacional analisará propostas legislativas sugeridas pelo relator para endurecer as regras de empréstimos consignados e fortalecer os mecanismos de biometria para prevenir novos saques fraudulentos.
Próximos passos: CPMI encaminha relatório para punição de envolvidos
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