O improviso toma conta do Hospital Walfredo Gurgel, em Natal. Imagens mostram situações que chamam atenção: equipamentos sendo substituídos por adaptações e itens básicos simplesmente ausentes no dia a dia da unidade.
Em uma das fotos, o que deveria ser um acessório cirúrgico estéril, usado para manipular o foco de luz durante procedimentos, foi substituído por uma luva.

Sem o material adequado, profissionais recorrem à adaptação para conseguir trabalhar.
Já em outra imagem, o descarte de material perfurocortante está sendo feito em uma garrafa improvisada.
O contraste revolta. O item correto para esse tipo de descarte é uma caixa específica, padronizada, que custa cerca de R$ 6,50.

Ou seja, não se trata de falta de dinheiro. O cenário expõe falhas graves de gestão e um nível de improviso que coloca em risco quem trabalha e quem precisa de atendimento no maior hospital público do estado.
É o retrato perfeito da esculhambação do governo Fátima Bezerra.