Acuado pelas denúncias da CPMI do INSS, o PT já começou a fazer o que sabe: partir para o ataque.
Em pleno embate sobre o relatório que atingia o filho de Lula, surgiu uma acusação de estupro contra o relator Alfredo Gaspar. Tudo no momento mais conveniente possível.
A denúncia foi levantada por Lindbergh Farias, que não levou o caso à polícia, mas usou como arma política dentro da comissão.
A manobra ficou ainda mais evidente quando a senadora Soraya Thronicke entrou no jogo. A mesma Soraya que mudou de lado e agora caminha com o lulismo. Tudo isso enquanto o relatório mirava nomes ligados ao governo.
Quando aperta, vale tudo. Denúncia grave vira instrumento político, reputação vira moeda e a verdade fica em segundo plano. E isso é só o começo. A eleição nem começou oficialmente — mas o “fazer o diabo” já está em campo.