Com Flávio Bolsonaro chegando da CPAC nos Estados Unidos com ovação e manchete no mundo inteiro, o Planalto entrou em pânico e Lula resolveu mudar a estratégia. O presidente endureceu o discurso eleitoral e passou a explorar a ligação entre Flávio e Donald Trump como ameaça à soberania nacional.
A narrativa é a seguinte: a direita brasileira está pedindo interferência estrangeira. O problema é que essa narrativa tem um furo enorme. Foi a própria administração Biden que, segundo denúncias apresentadas na CPAC com documentos, interferiu nas eleições de 2022 para trazer Lula ao poder.
Lula que ficou anos abraçando Maduro, Ortega e o regime iraniano agora descobre o patriotismo quando o adversário conversa com Trump. Dois pesos, duas medidas. Sempre.