O que ninguém fala é que, ao trazer prostitutas para satisfazer políticos, ministros e empresários, Daniel Vorcaro também estaria praticando tráfico internacional de mulheres.
As polonesas e húngaras que ele trazia para o Brasil eram usadas como moeda de troca. Serviam para agradar autoridades e abrir portas para mais poder e mais dinheiro.
É só mais um dos crimes que aparecem nesse escândalo.
Vorcaro, na prática, também atuava como cafetão de luxo.
Entre os frequentadores dessas festas, havia até um ministro conhecido pelo apelido de “Pica das Galáxias”, que, segundo relatos, era cliente assíduo dos serviços organizados por Vorcaro.
Sexo, dinheiro e poder. No submundo de Brasília, muitas vezes caminham juntos.