Após dois anos de investigação, a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) descobriu quem são os autores do incêndio criminoso que destruiu parcialmente as casas de veraneio de Antônio Rueda, presidente nacional do União Brasil, e da irmã dele, Emília Rueda, tesoureira da sigla. O que parecia ser um ataque político, envolto em mistério, revelou-se, na verdade, uma trama articulada por um grupo com laços familiares e profissionais estreitos. As informações são do Metrópoles.
Duas diaristas e dois seguranças foram indiciados. A suspeita da polícia é de que haja um mandante, mas nenhum dos acusados detalhou como ocorreu o crime e quem o teria encomendado.
Todos os indiciados possuem algum tipo de relação familiar. O incêndio, ocorrido na Praia de Toquinho, em 11 de março de 2024, não deixou rastros de arrombamento em uma das residências, a primeira pista de que o “inimigo” estava mais próximo do que se imaginava.
Rueda estava em Miami, nos Estados Unidos, quando recebeu a notícia de que os dois imóveis da família, que ficam lado a lado, haviam sido incendiados simultaneamente no condomínio da praia de Toquinho, próximo a Porto de Galinhas.