Os investigadores da Polícia Federal deixaram claro para Vorcaro que não vão aceitar uma delação pela metade. O banqueiro já começou a organizar documentos, provas e anexos na Superintendência da PF em Brasília, onde está preso na mesma cela que abrigou Jair Bolsonaro.
A PF cobrou dele informações completas sobre os negócios envolvendo ministros do STF, incluindo os contatos com Moraes durante a liquidação do banco e o contrato com o escritório da mulher do ministro. A defesa de Vorcaro queria poupar o STF e focar nos políticos. Mas a PF e o ministro André Mendonça já deixaram o recado: delação pela metade não tem acordo. Ou fala tudo ou não tem benefício.