O que era para ser um procedimento simples virou um retrato do descontrole. Uma paciente que passou por cirurgia no hospital da Unimed relatou uma desorganização total, falha de comunicação e atraso de mais de três horas. O motivo, segundo ela, a recepção simplesmente informou que a paciente “não estava” no hospital, mesmo ela já estando lá, pronta para o procedimento.
O problema não parou aí. Segundo o relato, houve falha na comunicação entre equipe médica, anestesista e recepção, além de número reduzido de atendentes para dar conta da demanda. No CRO, a cena descrita é de mistura de pacientes em situações completamente diferentes, inclusive recém-nascidos ao lado de pessoas passando mal.
O resultado é um só. Atraso, estresse e sensação de abandono. Para quem paga plano caro, o mínimo esperado é organização. E o que está acontecendo lá passa longe disso.