O STF encerra esta semana em situação institucional delicada.
Moraes com oito voos em jatos de Vorcaro revelados e negados. Fachin com cinco ministros reagindo coordenadamente às suas falas e dizendo que a Corte virou “nau à deriva”. Toffoli afastado do caso Master após a PF apontar conflito de interesse. Mendonça ganhando força como o único ministro que parece querer fazer o serviço completo. Gilmar defendendo que o Brasil “tem dívida com Moraes”, o que não ajuda a limpar a imagem do ministro.
E por cima de tudo isso, o Congresso americano publicando um relatório oficial dizendo que as decisões de Moraes interferem nas eleições brasileiras.
A Semana Santa é o momento de reflexão. O STF de 2026 vai precisar de mais do que reflexão. Vai precisar de explicações que até agora não vieram.