Depois que Gilmar Mendes pediu a abertura de inquérito contra Romeu Zema por fazer um vídeo com fantoches satirizando o STF, senadores e deputados da oposição articulam um novo pedido formal de impeachment do ministro decano.
O argumento é simples e sólido: usar o cargo de ministro do Supremo para acionar outro ministro, no caso Moraes, contra um pré-candidato à presidência, a menos de seis meses das eleições, é crime de responsabilidade.
Gilmar zombou do sotaque mineiro de Zema publicamente, ameaçou o senador Alessandro Vieira com cassação, e agora persegue o principal pré-candidato da direita pelo direito de fazer sátira política.
Em qualquer democracia funcional do mundo, esse ministro já teria sido afastado. No Brasil, ele continua ameaçando de toga.