Lula não quer correr risco. Com receio de repetir o vexame de público baixo, decidiu não ir aos atos do 1º de Maio neste ano.
No lugar da presença nas ruas, vai apostar em pronunciamento de rádio e TV. Em ano eleitoral, aparecer em um ato vazio seria ainda pior. Por isso, preferiu evitar.
Nem as centrais sindicais ajudaram. Pela primeira vez em anos, não haverá evento unificado. Cada grupo vai fazer sua própria mobilização, o que tende a esvaziar ainda mais.
No fim, Lula troca o palanque pela televisão para não correr o risco de plateia vazia.