Moro foi retirado da CCJ sem consulta prévia e substituído por Renan Filho, ex-ministro de Lula.
Ele classificou a decisão como manobra lamentável e disse que reflete a insegurança do governo quanto à aprovação de Messias.
É a segunda vez que Moro perde lugar em comissão em arranjo do governo.
Na sessão final da CPI do Crime, há duas semanas, a mesma manobra ajudou a enterrar o relatório que pedia o indiciamento de Moraes, Toffoli e Gilmar. Dois golpes em 15 dias.
Mesma estratégia, mesmo governo, mesma vergonha. O PT não governa pelo voto, governa pela engenharia de comissões.