O ator Juliano Casarré tem enfrentado uma onda de críticas após anunciar a criação de um curso voltado para o ensino de valores masculinos e familiares. A iniciativa foca em temas como religiosidade, responsabilidade perante a família e o papel do homem como provedor, gerando debates intensos sobre o que é considerado convencional na sociedade atual.
A defesa da proposta argumenta que a maioria da população brasileira possui perfil conservador e que esses valores estão sendo reprimidos por uma minoria influente. Segundo essa visão, não há problema em transmitir princípios de força e responsabilidade aos filhos e familiares, tratando esses conceitos como pilares fundamentais da estrutura social tradicional.
As críticas ao ator são vistas por apoiadores como uma forma de perseguição ideológica. Refuta-se a ideia de que o papel de provedor ou a demonstração de autoridade perante os filhos seja sinônimo de machismo ou inferiorização da mulher. Pelo contrário, defende-se que o resgate desses comportamentos é uma resposta necessária a uma suposta deturpação de valores promovida por setores da esquerda.
A iniciativa de Casarré encontrou eco em comunicadores que defendem a liberdade de ensinar e praticar valores cristãos e familiares. Existe um movimento para que projetos semelhantes sejam replicados em outras cidades, como Natal, visando fortalecer o que chamam de respeito aos pais e a valorização de uma conduta moral que fuja de comportamentos contemporâneos questionáveis.