O União Progressistas montou uma das chapas mais competitivas do Rio Grande do Norte para deputado federal. Benes Leocádio, Robinson Faria, João Maia, Kelps Lima e Matheus Faustino formam um conjunto com peso eleitoral real, nomes conhecidos e base consolidada no estado. Em tese, uma chapa para fazer bonito em outubro.
O problema é que a lei não perdoa: a chapa tem obrigação de incluir pelo menos três mulheres. E segundo o Bnews Natal, Leila Maia estaria pensando em desistir da disputa, o que deixa o time masculino numa situação delicada.
Mas atenção: não basta sair colocando três nomes femininos para cumprir tabela. Candidata fantasma não ajuda, pelo contrário, pode prejudicar juridicamente e comprometer o desempenho de toda a chapa. As mulheres que entrarem precisam ter densidade eleitoral real, base própria, capacidade de votar e de puxar voto para os companheiros de lista.
O desafio é grande. União Brasil e Progressistas precisam encontrar mulheres com perfil, estrutura e disposição para entrar numa disputa federal de verdade. Não é qualquer nome que resolve.
Procura-se urgente: mulheres filiadas ao União Brasil ou ao Progressistas com voto, base e coragem para bancada federal. O prazo eleitoral não espera.
União Progressistas tem chapa fortíssima para deputado federal, mas procura mulheres com densidade eleitoral
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