Mais um caso que expõe a terrível realidade da Unimed em Natal.
Uma paciente diagnosticada com esclerose múltipla está tendo o tratamento negado, mesmo com laudos, exames e prescrição médica. A doença é séria, progressiva, e exige tratamento imediato. Mas, na prática, o atendimento parou no papel.
Há diagnóstico confirmado e indicação de medicação específica. Ainda assim, o plano recusou. Primeiro, negou exame essencial para investigação. Depois, negou também o medicamento indicado. Ou seja: o médico indica, o paciente precisa… e o plano decide que não.
O paciente, doente, precisa brigar para ter acesso ao próprio tratamento. Enquanto isso, a doença não espera.
Não é caso isolado. É mais um capítulo de uma sequência de denúncias envolvendo a Unimed em Natal. Falta de atendimento, demora, descaso… agora, negativa de tratamento em doença grave.
No fim, sobra para quem está mais vulnerável.
Sem alternativa, a paciente deve recorrer à Justiça para tentar garantir o que deveria ser básico: o direito de se tratar.