Nem abrindo o cofre resolveu. Lula liberou R$ 10,9 bilhões em emendas desde que as duas votações foram marcadas, mesmo assim, levou duas derrotas seguidas no Congresso.
A primeira foi pesada: a rejeição de Jorge Messias para o STF. A segunda veio 24h depois, com a derrubada do veto da dosimetria.
O Planalto tentou de tudo. Teve ordem para acelerar pagamento, “mutirão” de liberação de emendas e promessa de recursos. Só que, dessa vez, não funcionou. E isso muda muita coisa.
Por anos, emenda foi moeda de troca para garantir apoio. Agora, nem isso está segurando. Um sinal claro de perda de força política.
E o problema não para por aí. Com esse cenário, o governo ainda precisa enfrentar novas votações importantes. Se nem com o cofre aberto deu certo, a pergunta que fica é: vai conseguir como?