Uma mãe relatou nas redes sociais uma experiência alarmante no Hospital da Unimed, em Natal. Segundo ela, chegou à unidade às 16h30 com o filho passando mal e só foi liberada quase 1h da manhã, um atendimento que se arrastou por mais de oito horas.
O ponto mais grave do relato é a falta de acolhimento humano. A mãe conta que, enquanto aguardava na recepção, o filho vomitou em crise. Ninguém da equipe se aproximou para prestar socorro. Desesperada, ela pediu ajuda à recepcionista, que respondeu: "Já chamei o pessoal da limpeza."
A resposta resume o problema. Diante de uma criança vomitando em agonia, a primeira providência não foi acionar um enfermeiro ou médico, mas a equipe de limpeza. A mãe desabafou: "Eu quis morrer."
O relato levanta questões sérias sobre o funcionamento do pronto-socorro da Unimed Natal. A demora de oito horas para um atendimento de urgência, a ausência de comunicação entre os setores e a falta de senso de urgência da equipe são falhas que colocam em risco a saúde dos pacientes, especialmente crianças.