A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária contra um lote de detergente da Ypê levantou uma suspeita imediata em muita gente: perseguição política. Isso porque o dono da empresa teria doado para a campanha de Jair Bolsonaro em 2022.
A Anvisa fala em contaminação de lote. Mas a forma como tudo explodiu gerou reação. Afinal, a Ipê é uma marca tradicional, presente há décadas na casa do brasileiro e com confiança consolidada no mercado. E aí muita gente passou a enxergar mais política do que problema sanitário na história.
Teve consumidor reagindo do jeito mais direto possível: comprando produto da marca. A sensação para parte da população é simples, quem é ligado à direita vira alvo. Empresário, jornalista, empresa… qualquer um. E o caso Ipê acabou entrando exatamente nesse clima.