O ministro Flávio Dino decidiu abrir nesta sexta-feira (15) uma investigação sigilosa para apurar suspeitas de uso de emendas parlamentares em projetos culturais, entre eles o filme “Dark Horse”, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.
A decisão foi tomada após uma denúncia apresentada pela deputada Tabata Amaral. Segundo ela, deputados do PL teriam destinado cerca de R$ 2,6 milhões em “emendas pix” para empresas que fariam parte de um mesmo grupo ligado à produção do longa e a serviços de marketing eleitoral.
Entre os parlamentares citados estão Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis e Mario Frias, que também é produtor do filme. A nova investigação foi aberta poucos dias após a revelação de que o senador Flávio Bolsonaro pediu cerca de R$ 130 milhões ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar a produção.
Segundo a decisão, a nova investigação deverá tramitar sob sigilo.