A comissão especial da Câmara que debate a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sinalizou que o texto não prevê compensação financeira às empresas. A declaração foi feita durante plenária realizada em São Paulo nesta quinta-feira (14).
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu a mudança imediata, sem período de transição. "O Brasil registra a menor taxa de desemprego e a maior renda da história", argumentou, justificando que o cenário econômico favorece a implementação da medida.
O deputado Alencar Santana (PT-SP) ponderou que, caso algum setor tenha dificuldade de adaptação, o governo poderá discutir medidas de apoio. Ainda não há definição sobre se a nova regra entrará em vigor imediatamente ou passará por fase de transição, como defendem representantes do setor empresarial.