Lula entrou oficialmente em modo campanha. Depois da humilhação política com a rejeição de Jorge Messias ao STF e da queda de popularidade, o Planalto resolveu abrir a temporada do populismo eleitoral.
Em poucos dias, Lula anunciou programa para renegociação de dívidas, suspendeu temporariamente a taxa das blusinhas que ele mesmo criou, lançou subsídio para gasolina, criou data sobre vítimas da Covid mirando Bolsonaro e ainda apareceu falando em combate ao crime organizado. Tudo ao mesmo tempo.
O objetivo é claro: tentar recuperar popularidade a qualquer custo a menos de cinco meses da eleição.
O problema é que o governo faz isso usando dinheiro público, medidas temporárias e anúncios que parecem muito mais peças de campanha do que soluções reais para o país. No fim, repete-se o velho roteiro do PT. Quando a popularidade cai, abre-se o cofre.