Esta manhã fui ao IMD para uma reunião com uma empresa de tecnologia. O objetivo era integrar o Blog e o Portal Nervos à Solta com as redes sociais usando inteligência artificial. Trabalho moderno, equipe jovem, papo técnico afiado.
Na hora de conectar o Facebook, o assunto morreu na sala.
Nenhuma das seis pessoas presentes tinha conta na rede social. Nenhuma. A única pessoa com Facebook naquela sala era eu. E olha que não sou exatamente o mais jovem do pedaço.
A média de idade da equipe era entre 20 e 30 anos. Exatamente a geração que deveria ser o futuro de qualquer plataforma digital. E o Facebook simplesmente não existe na vida dessas pessoas. Não foi desativado, não foi esquecido. Nunca foi aberto.
O que parecia tendência já é realidade. O Facebook morreu para os jovens. Sobrevive nos celulares de quem tem mais de 40 anos, nas páginas de prefeitura e nas postagens de tio em grupo de família. Para quem tem 25 anos, a rede de Zuckerberg é tão relevante quanto o Orkut.
Instagram, TikTok e YouTube são o presente. Facebook é passado. E passado, como dizia alguém, não tem botão de curtir.