O governo federal emitiu uma nota oficial afirmando que a soberania do Brasil é inegociável e rejeitando o que classificou como interferência estrangeira. O posicionamento ocorre após os Estados Unidos incluírem as organizações criminosas PCC e Comando Vermelho na lista de grupos terroristas globais.
No comunicado, a gestão do presidente Lula atribuiu a decisão norte-americana a uma suposta manipulação política promovida pela oposição. A reação governamental foi duramente criticada na análise jornalística, sob o argumento de que a soberania nacional não deveria ser evocada para blindar a estrutura financeira de facções que dominam territórios e oprimem a população.