O governo Lula ajudou a aprovar uma PEC que cria mais um gasto obrigatório… e agora corre para apagar o incêndio que ele mesmo acendeu.
A proposta passou com folga na Câmara e obriga o governo a separar uma fatia fixa da receita para assistência social. Traduzindo: mais dinheiro carimbado, menos controle sobre o próprio orçamento.
Só depois da aprovação é que caiu a ficha. A equipe econômica percebeu que a conta pode ficar pesada e piorar ainda mais a situação fiscal.
Agora, o Planalto tenta remendar o texto para evitar impacto imediato. Na prática, tenta dar um jeito de não pagar agora o que acabou de prometer.
É o padrão de sempre: aprova no impulso, com discurso bonito… e depois descobre que não fecha a conta.
E quem paga essa conta, no fim, é o sempre o povo.