Jorge Messias apareceu nas redes neste domingo (3) com um discurso em defesa da advocacia, compromisso com a Constituição, respeito às liberdades… Mas não muda nada. Porque o problema não é o discurso. É o histórico.
Messias agora tenta posar de guardião da democracia, como se nada tivesse acontecido. Como se o país não tivesse visto. Messias pode até tentar ser bonzinho, mas ele vai ser sempre o ‘Bessias’, o mensageiro da ilegalidade, para tentar empossar um condenado da justiça.
Não é questão de narrativa. É memória. Pode escrever quantos textos quiser, pode falar em compromisso, em Constituição, em democracia. Nada disso apaga o que ficou registrado. Sua perseguição a turma do 8 de janeiro, o quanto trabalhou contra liberdade de expressão.