Uma descida abrupta e repentina levou o voo 5735, operado pelo Boeing 737-800 da China Eastern Airlines, direto ao solo, matando todas as 132 pessoas. Quatro anos depois, investigações revelam que o acidente não foi por acaso, mas obra de um movimento intencional executado por um tripulante suicida.
A notícia é do R7. Os novos dados revelam que as autoridades chinesas supostamente souberam, poucas semanas depois, que um piloto havia derrubado deliberadamente o avião. Os detalhes divulgados pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA (NTSB) parecem confirmar as suspeitas antigas de que o voo 5735 foi, de fato, lançado contra montanhas na província de Guangxi em março de 2022.
Segundo as conclusões da investigação americana, o Boeing 737 estava em voo de cruzeiro entre Kunming e Guangzhou naquele 21 de março de 2022, quando ambos os motores foram desligados manualmente, o piloto automático foi desativado e a aeronave foi forçada a um mergulho acentuado.
Os dados extraídos dos gravadores de voo mostraram uma luta terrível dentro da cabine de comando, com dois pilotos supostamente disputando os controles enquanto o jato despencava em direção ao solo, como informa reportagem do Daily Mail.
O NTSB afirmou: “Constatou-se que, durante a navegação a 29.000 pés, as chaves de combustível de ambos os motores passaram da posição de funcionamento para a posição de corte. A rotação dos motores diminuiu após a movimentação das chaves de combustível.”
Gráficos divulgados pela agência americana mostraram movimentos opostos nos manches de controle do piloto, indicando que um membro da tripulação estava tentando recuperar a aeronave enquanto outro continuava a forçá-la a um mergulho.
Imagens de vídeo capturadas do solo mostraram o avião despencando quase verticalmente do céu. A tripulação não chegou a emitir nenhum pedido de socorro e nenhum código de transponder de emergência foi transmitido antes do impacto.
O desastre tornou-se um dos casos de aviação mais sensíveis politicamente na história moderna da China, com Pequim sendo acusada de suprimir informações em meio à crescente pressão internacional por transparência.