De olho na queda de popularidade, Lula resolveu apostar alto, e com dinheiro público.
O governo anunciou o Desenrola 2.0, programa de renegociação de dívidas que pode mobilizar mais de R$ 23 bilhões, com recursos do FGTS e fundos abastecidos pela União.
Na prática, o governo entra como garantidor. Se o devedor não pagar de novo, quem cobre o prejuízo é o próprio Estado.
Ou seja: em ano eleitoral, Lula assume o papel de “padroeiro dos caloteiros”, colocando o dinheiro do contribuinte como escudo.
Em vez de resolver o problema na raiz, aposta no retorno nas urnas.