Senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, repercutiu o atentado contra o vereador Cabo Deyvison.
De acordo com ele, o atentado contra o vereador Cabo Deyvison, em Mossoró, é um choque, mas infelizmente não chega a ser uma surpresa. No Brasil de hoje, quem enfrenta facções narcoterroristas se torna alvo.
"Minha solidariedade ao Cabo Deyvison, a quem desejo uma pronta e plena recuperação. Minha s amigos e familiares do assessor Allysson Diego, que pagou com a própria vida por estar ao lado de alguém que não se cala diante do crime", disse.
"Isso não é criminalidade comum. Isso é terrorismo", afirmou.
E completou: "O uso de um fuzil calibre 5.56, uma arma de guerra, em plena luz do dia, revela o nível de ousadia e o poder de fogo dessas organizações. Não estamos falando de simples quadrilhas. Estamos falando de facções que operam com estrutura militar, dominam territórios e executam ataques planejados".
É por isso que a classificação dessas organizações como terroristas é uma necessidade urgente. Enquanto o Estado insistir em tratá-las como um problema comum de segurança pública, elas continuarão agindo como exércitos paralelos, intimidando, aterrorizando e assassinando quem ousa enfrentá-las.