O presidente Lula e os governadores têm apenas 30 dias para inaugurar obras, anunciar programas, firmar convênios e divulgar ações de governo sem esbarrar nas restrições impostas pela legislação eleitoral. A partir de 4 de julho, entram em vigor regras que limitam uma série de atos da administração pública nos três meses que antecedem o primeiro turno das eleições.
Durante reunião ministerial nesta semana, Lula cobrou agilidade dos ministros e reforçou que o governo precisa acelerar as entregas antes do prazo final. Segundo o presidente, depois de 3 de julho não será mais possível firmar convênios com estados e municípios nem participar de inaugurações de obras públicas. Em 2026, o presidente tem intensificado viagens pelo país para anunciar investimentos e programas federais.
Nos últimos meses, o governo lançou medidas com forte alcance popular, como o Novo Desenrola Brasil, incentivos para compra de veículos por motoristas de aplicativo, novas linhas de crédito habitacional e o fim da tributação federal sobre compras internacionais de até 50 dólares. Também estão entre as prioridades do Palácio do Planalto ações na área de segurança pública e a tentativa de aprovar no Congresso o fim da escala de trabalho 6x1.