A Polícia Federal pediu ao ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), mais tempo para concluir a análise dos materiais apreendidos em uma investigação que envolve Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente Lula.
A notícia é do R7. Segundo a corporação, o atraso ocorre devido à falta de servidores para dar conta de todo o volume de trabalho. O R7 apurou que o ministro ainda não analisou o pedido.
O próprio Mendonça havia cobrado celeridade no caso. Ao prorrogar o inquérito anteriormente, o ministro demonstrou incômodo com a lentidão das diligências e deu um prazo de até 60 dias para a Polícia Federal apresentar a avaliação do conteúdo dos celulares, computadores e demais equipamentos apreendidos.
O filho do presidente Lula teve o nome mencionado em uma das fases da Operação Sem Desconto, que apura o esquema de desvios no INSS. Lulinha teria sido indicado como um dos supostos beneficiários da fraude.