O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou dois processos que investigavam a atuação da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, em viagens internacionais.
As representações apontavam supostas irregularidades, como desvio de finalidade e uso indevido de recursos públicos, mas a Corte concluiu que não houve ilegalidades.
Um dos processos, apresentado pelo deputado Filipe Barros (PL-PR), questionava a viagem antecipada de Janja a Nova York durante a Assembleia Geral da ONU, em 2025.
O outro, protocolado pela ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP), contestava os gastos com a equipe de apoio e as viagens da primeira-dama.
Nos dois casos, o TCU entendeu que as despesas estavam respaldadas por decretos e vinculadas a compromissos institucionais.
Segundo o tribunal, embora Janja não ocupe cargo público, sua participação em agendas oficiais possui interesse público e conta com apoio administrativo previsto em decreto presidencial. O TCU também destacou que o Ministério Público Federal e a Justiça Federal já haviam analisado os mesmos fatos e não encontraram indícios de irregularidades.