A cultura do Rio Grande do Norte acaba de receber mais uma pancada. Dos 492 projetos apresentados à Lei Câmara Cascudo, apenas 125 foram aprovados. Outros 367 ficaram de fora porque, segundo informações da própria Secretaria de Cultura, o dinheiro acabou.
Ao blog, produtores culturais reclamam da falta de transparência e afirmam que projetos ligados a políticos aliados do governo teriam recebido prioridade, principalmente para festas no interior. Eles não querem aparecer publicamente por medo de represálias. A acusação é grave e precisa ser esclarecida pelo governo.
O problema fica ainda maior porque projetos que já faziam parte do calendário cultural do Estado não serão realizados, como por exemplo: o festival de Jazz, projetos de Diana Fontes e o festival de quadrilhas.
Se o dinheiro acabou, o governo precisa explicar onde foi parar e quais foram os critérios para escolher quem recebeu e quem ficou olhando de fora.