Os trabalhadores responsáveis pela higienização do hospital Giselda Trigueiro estão paralisados. É mais um pedaço da saúde pública do Rio Grande do Norte que deixa de funcionar como deveria.
A situação é grave porque limpeza hospitalar não é detalhe. É serviço básico para manter uma unidade de saúde funcionando e, principalmente, para proteger pacientes e profissionais. Enquanto isso, o governo Fátima segue acumulando problemas em hospitais que deveriam ser referência no Estado.
O caos já não cabe mais em uma explicação isolada. Falta medicamento no Walfredo, trabalhadores param no Giselda e obras ficam abandonadas em outras unidades. São oito anos de governo do PT e a saúde continua sendo uma coleção de problemas.