Nesta terça-feira (25), os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro informaram ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que não se opõem ao envio das armas apreendidas ao Comando do Exército. Os advogados pediram, contudo, prazo de 90 dias para definir o destino dos armamentos.
Conforme a defesa, o encaminhamento físico das armas ao Exército não pode resultar na transferência definitiva dos bens, nem em sua destruição ou doação imediata. A manifestação responde a um parecer da Procuradoria-Geral da República protocolado ontem.
A discussão sobre os armamentos começou depois que a polícia apreendeu uma pistola Glock 9 mm registrada em nome de Bolsonaro, em 15 de junho, com um sargento do Exército responsável pela segurança do ex-presidente.
O militar foi parado em uma blitz a cerca de 30 quilômetros da residência onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar e afirmou que levava a arma para conserto. O ex-presidente confirmou ser o proprietário da pistola e disse que havia solicitado o reparo.
Com informações da Revista Oeste