Não é de hoje que a gente sabe que a previdência estadual é um caos, mas de uns anos pra cá isso só piorou.
Agora, por outro lado, o Instituto de Gestão Previdenciária e Proteção Social do Pará (IGEPPS-PA) está entre os finalistas da Premiação Impacto Brasil 2026. A lista foi divulgada pelo Agile Trends.
Entre as instituições selecionadas estão Petrobras, CBA – Companhia Brasileira de Alumínio, INEP, RNP, SOFTEX, CESAR, Gerdau, Localiza Empresas, Poliedro Educação e o IGEPPS-PA.
Sob a gestão de Welliton Albuquerque, o IGEPPS-PA obteve a certificação Pró-Gestão Nível IV e agora concorre ao prêmio nacional ao lado de outras instituições do setor.
Já o RN registra déficit de R$ 1 bilhão no IPERN apenas no primeiro semestre de 2026. Já o Pará mantém fundo previdenciário de R$ 9 bilhões, com contribuições de mais de 160 mil servidores.
O IGEPPS é presidido pelo advogado potiguar Welliton Marques de Albuquerque. A autarquia administra 55 mil benefícios com equipe de mais de 500 pessoas entre servidores, colaboradores e estagiários.
Nos últimos anos, o instituto criou setor próprio de perícia médica, modernizou a infraestrutura de tecnologia, ampliou a segurança da informação e instituiu compliance previdenciário e ESG.
A entidade está em fase de implantação da ISO 9001, mantém sete polos regionais e opera um caminhão itinerante para atendimento em áreas de difícil acesso.
O IGEPPS-PA opera atualmente com superávit previdenciário, resultado atribuído à reestruturação técnica e administrativa conduzida na gestão de Welliton Albuquerque.
Bem que a turma do RN podia aprender algo com a turma paraense.